ANDROID PARA PC (Usando uma Maquina Virtual)

31 de outubro de 2015

Mesmo com as diversas opções de execução ou espelhamento do Android no PC ou no Mac, uma instalação limpa do sistema com programas como o VirtualBox  é sempre mais simples e prática. Fazendo desse jeito você pode até mesmo usar o hardware do PC, dentro do Android (Bluetooth, USB e outros). Veja como usar a máquina virtual para ter o sistema operacional móvel no seu computador. 
Aprenda instalar o Android no PC usando o VirtualBox (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Aprenda instalar o Android no PC usando o VirtualBox (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Tutorial definitivo
O tutorial a seguir usa a imagem ISO do Android disponibilizada pelo projeto Android X86 (android-x86.org), especificamente o android-x86-4.4-r1.iso, já que a versão mais recente (android-x86-4.4-r2.iso) apresentou problemas nos testes. Antes de começar, veja como criar no VirtualBox a máquina virtual onde será instalado o Android.
Criando a máquina virtual do Android
Passo 1. Se você ainda não tem, baixe o VirtualBox. Em seguida, instale e execute o aplicativo. 
Passo 2. Com o VirtualBox aberto, clique no botão “Novo”;
Clicando no botão Novo do Virtualbox (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Clicando no botão "Novo" do Virtualbox (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 3. Na janela que aparece, digite um nome para a máquina virtual e coloque o sistema operacional como “Linux” e a versão como “Other Linux (32bit)”. Depois, clique no botão “Próximo”;
Dando um nome a máquina virtual (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Dando um nome a máquina virtual (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 4. Na próxima tela, coloque 1024 MB de memória RAM (ou mais, se preferir e puder) para o SO. Para prosseguir, clique no botão “Próximo”;
Definindo a quantidade de memória ser usada (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Definindo a quantidade de memória ser usada (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 5. Na tela de criação de disco, marque a opção “Criar um disco virtual agora” e siga as instruções do assistente de criação. O tamanho mínimo recomendado de um disco para o Android é 4 GB.
Iniciando a criação de um disco virtual (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Iniciando a criação de um disco virtual (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Baixando a imagem ISO e adicionando na máquina virtual
Passo 1. Faça o download da imagem ISO do Android e salve em uma pasta de sua preferência;
Passo 2. No Virtualbox, clique sobre o nome da máquina virtual criada e depois no botão “Configurações”;
Acessando as configurações da máquina virtual (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Acessando as configurações da máquina virtual (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 3. Na janela “Configurações”, clique na opção “Armazenamento”, e depois, no item “Vazio”, que fica abaixo de “Controladora: IDE” no quadro do meio. Então, clique na seta ao lado do ícone do CD e no menu que aparecer, escolha o item “Selecione um arquivo de CD/DVD virtual…”;
Adicionando uma imagem ISO na máquina virtual (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Adicionando uma imagem ISO na máquina virtual (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 4. Na janela que será exibida, informe onde está a imagem ISO baixada e, depois, clique no botão “Abrir”. Ao voltar para a tela de “Configurações”, clique no botão “OK” para confirmar as alterações;
Selecionando a imagem ISO a ser usada (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Selecionando a imagem ISO a ser usada (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Instalando o Android no Virtualbox
Passo 1. No VirtualBox, clique na máquina virtual e no botão “Iniciar”;
Iniciando a máquina virtual (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Iniciando a máquina virtual (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 2. Na tela que aparece, escolha a opção “Installation – Install Android-x86 to harddisk”;
Iniciando a instalação do Android (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Iniciando a instalação do Android (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 3. Na tela seguinte, selecione “Create/Modify partitions” (Criar/Modificar partições) e tecle enter;
Selecionando a opção Create/Modify partitions (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Selecionando a opção "Create/Modify partitions" (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 4. Use a seta para a direita para navegar para até a opção “New” e pressione Enter;
Criando uma nova partição (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Criando uma nova partição (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 5. A seguir, selecione “Primary” e tecle enter;
Selecionando o tipo de partição (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Selecionando o tipo de partição (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 6. Com a partição criada, posicione o cursos em “Bootable” e pressione enter;
Tornando a partição inicializável (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Tornando a partição inicializável (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 7. Por fim, vá até a opção “Write” e tecle enter;
Selecionando a opção de gravação das alterações (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Selecionando a opção de gravação das alterações (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 8. Depois disso, aparecerá uma pergunta na tela. Digite “yes” e pressione enter;
Confirmando a gravação das alterações (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Confirmando a gravação das alterações (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 9. Voltar para a tela principal, selecione a partição que você acabou de criar e clique em OK.
Selecionando a partição (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Selecionando a partição (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 10. Na tela a seguir, selecione a opção “ext3″ e confirme;
Selecionando o formato da partição (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Selecionando o formato da partição (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 11. Aparecerá uma tela pedindo a confirmação da formatação, para fazer isso, vá em “Yes” e tecle enter;
Confirmando a formatação da partição (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Confirmando a formatação da partição (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 12. Quando aparecer uma pergunta sobre o GRUB, confirme selecionando “Yes” e teclando enter;
Confirmando a instalação do GRUB (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Confirmando a instalação do GRUB (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 13. Depois, selecione “Yes” para instalar o diretório system como leitura e gravação;
Colocando diretório do sistema como leitura e gravação (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Colocando diretório do sistema como leitura e gravação (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Passo 14. Na última tela, vá na opção “Reboot” para reiniciar a máquina virtual e iniciar usando o Android (não esqueça de remover a imagem ISO).
Reiniciando o sistema para iniciar o Android (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)Reiniciando o sistema para iniciar o Android (Foto: Reprodução/Edivaldo Brito)
Pronto! O Android já está instalado e iniciará pedindo para ser configurado com a sua contaGoogle. Siga as instruções, responda corretamente e em pouco tempo você estará usando o Android em seu PC como se fosse em um tablet. Se você tiver dificuldade para usar o mouse, clique com o botão direito no ícone dele que fica no rodapé da janela da máquina virtual e marque a opção “Desabilitar Integração de Mouse”;
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TUNNING SQUID - PARA ALTO TRÁFEGO

29 de outubro de 2015

TUNNING SQUID - PARA ALTO TRÁFEGO

Nesta dica pretendo ajudar todos os usuários de GNU/Linux que fazem uso do Squidcomo servidor proxy. 

Não serão abordadas configurações de regras de Squid, apenas iremos tratar algumas configurações necessárias para dar maior agilidade ao Squid, para aquelas pessoas que, assim como eu, tiveram problemas ao ter muitos usuários conectados ao proxy e a Internet tornar-se lenta. 

CENÁRIO

No cenário este "tunning" foi um servidor com 4GB de RAM, sendo 3 GB dedicados para o Squid. Dois discos SCSI de 10k com um processador Xeon 2.4 rodando Debian 6. 

O mesmo está atendendo em horário de pico, em média de 1000 usuários simultaneamente, efetuando autenticações via winbind em um domínio NT (Active Directory) no Windows Server Enterprise 2008. 

MODIFICANDO ALGUMAS CONFIGURAÇÕES DO KERNEL

Primeiramente vamos alterar alguns valores do kernel padrão, reduzindo o tempo de limpeza da tabela ARP e aumentando o seu tamanho, bem como aumentando o número de conexões simultâneas que o servidor irá atender e reduzir o tempo de espera entre as conexões. 

Para isso, vamos alterar o arquivo sysclt.conf: 

# vim /etc/sysctl.conf 

E no final do arquivo, adicionar as seguintes linhas: 

####### TUNNING PARA SQUID ######### Reduzir o tempo de limpeza da tabela ARP# Expandir o seu tamanhonet.ipv4.neigh.default.gc_interval = 15
net.ipv4.neigh.default.gc_thresh1 = 4096
net.ipv4.neigh.default.gc_thresh2 = 8192
net.ipv4.neigh.default.gc_thresh3 = 16384

# Aumento do numero de conexoes simultaneas# Reducao do tempo de espera entre as conexoesnet.core.somaxconn = 20480
net.core.netdev_max_backlog = 2048
net.ipv4.tcp_fin_timeout = 10
net.ipv4.tcp_tw_recycle = 1
net.ipv4.tcp_tw_reuse = 1
net.ipv4.tcp_syn_retries = 1
net.ipv4.tcp_synack_retries = 1
net.ipv4.tcp_max_syn_backlog = 2048

Após adicionar as linhas e salvar o arquivo, é necessário executar o comando "sysclt -p" para que as alterações sejam importadas pelo kernel. 

MODIFICANDO OS LIMITS DE SEGURANÇA

Uma outra boa prática adotada foi modificar os valores de limits do kernel. Para verificar os limits do seu kernel, basta digitar o comando: 

# ulimit -a. 

No meu caso, apenas alterei o valor de 'open files', que no padrão era 1024 e passei para 16384. 

Para fazer esta alteração, basta digitar o seguinte comando na console: 

# ulimit -n 16384 

Porém, ao reiniciar o servidor, os valores de 'limits' irão retornar para o padrão. Para que isso não aconteça, edite o arquivo limits.conf: 

# vim /etc/security/limits.conf 

No final do arquivo, inclua as seguintes linhas: 

#### TUNNING DE LIMITS DE KERNEL #####root soft nofile 16384
root hard nofile 32768
* soft nofile 16384
* hard nofile 32768

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Modificando configuração padrão do Squid. 

Agora vamos alterar o valor padrão de arquivos de descritores abertos pelo Squid. Para isso edite o arquivo /etc/default/squid. 

Neste arquivo tem um valor padrão de 1024, altere para 4096. 

Pronto, o seu kernel para uso do Squid está 'tunado'... Uma alteração a gosto, de quem quiser testar, também foi modificar os parâmetros de leitura de cache no "squid.conf". 

Percebi uma melhora significativa na velocidade de acesso ao cache ao usar o método diskd no lugar de aufs. 

Em algumas pesquisas na Internet, encontrei registros em que o diskd consegue fazer até 160 requisições por segundo ao cache no disco, sendo que o aufs, gira em torno de 40 requisições por segundo. 

Entendido isso, foi alterado o cache para os seguintes parâmetros: 

cache_dir diskd /var/spool/squid 20480 64 256 Q1=64 Q2=72

Se pesquisarem sobre este parâmetro, deverão encontrar muita coisa, então não irei abordar o por quê dos por quês... 

Feito estas configurações, recomendo reiniciar o servidor e levantar o Squid para ver as melhoras de performance. 

No meu caso, a navegação ficou visivelmente mais rápida. 



REFERENCIAS:
http://www.vivaolinux.com.br/dica/Tunning-Squid-Para-alto-trafego
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Squid

archive09.linux.com/feature/153221
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